Roberto Farias e Cannes

Cineasta faleceu nesta segunda-feira, dia 14, aos 86 anos de idade, no Rio de Janeiro.

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14 de maio de 2018

O cinema brasileiro perdeu nesta segunda-feira, dia 14, um de seus mestres: Roberto Farias. É uma perda incomensurável para a sétima-arte.

Maior nome do cinema do gênero policial no Brasil, Roberto Farias concorreu à Palma de Ouro em 1960 por “Cidade Ameaçada” (1960), ao lado de Federico Fellini e seu “A Doce Vida” (La Dolce Vita – 1960), o vencedor daquele ano.

Roberto Farias no set de “Os Trapalhões no Auto da Compadecida” (Foto: Divulgação).

Roberto Farias no set de “Os Trapalhões no Auto da Compadecida” (Foto: Divulgação).

Em 1983, o cineasta representou o nosso país no Festival de Berlim com o longa “Pra Frente, Brasil” (1982). Indicado ao Urso de Ouro, o filme protagonizado por seu irmão, Reginaldo Faria, venceu dois prêmios na Berlinale, o OCIC Award – Special Recommendation e o C.I.C.A.E. Award.

O último filme dirigido por Roberto Farias foi a comédia “Os Trapalhões no Auto da Compadecida” (1987), protagonizado por Renato Aragão, Dedé Santana, Mussum e Zacarias.

 

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