39ª Mostra de SP – Dicas do Almanaque

O Almanaque Virtual indica alguns filmes da Mostra de SP para você não se sentir perdido

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23 de outubro de 2015

O Almanaque Virtual indica alguns filmes da Mostra de SP para você não se sentir perdido.

“Son of Saul”, Ganhador do Grande Prêmio do Júri do Festival de Cannes 2015. Olhar inovador em primeira pessoa de um judeu no campo de concentração.

“Dheepan”, do francês Jacques Audiard, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes. Imigrantes indianos na França fingem ser uma família.

“Desde Allá”, do venezuelano Lorenzo Vigas, ganhador do Leão de Ouro em Veneza. Homem rico se envolve com chefe de uma gangue.

“A Ovelha Negra”, de Grímur Hákonarson, que venceu na categoria melhor filme na seção Um Certain Regard do Festival de Cannes. Comédia irônica sobre homens e ovelhas.

“Para Minha Amada Morta”, de Al Muritiba, Grande Vencedor do Festival de Brasília 2015, e favorito aos prêmios na Mostra Competitiva Nacional na Mostra. Sobre viúvo que começa a se aproximar perigosamente de uma família evangélica para tentar lidar com seu luto.

“Boi Neon”, de Gabriel Mascaro, grande vencedor do Festival do Rio com os prêmios de melhor filme e direção (dividido com Mate-me Por Favor) e melhor atriz e ator coadjuvantes, e melhor roteiro e fotografia. Olhar diferenciado do Nordeste bem-sucedido da venda milionárias de cavalos premiados na vaquejada.

“Mate-me Por Favor”, de Anita Rocha da Silveira, outro dos grandes vencedores do Festival do Rio, com melhor direção dividido com Mascaro e melhor atriz para Valentina Herszage. Olhar inovador do ócio de adolescentes de classe alta do Rio de Janeiro, ante a ameaça de um serial killer.

“Olmo e a Gaivota”, nova fusão de documentário com ficção da mesma diretora do premiadíssimo e polêmico “Elena”. Premiado como melhor documentário no Festival do Rio.

“Pardais”, de Rúnar Rúnarsson (Concha de Ouro no Festival de San Sebastian)

“A Terra e a Sombra”, de Cesar Augusto Acevedo (Camera D’Or no Festival de Cannes)

“Chronic”, de Michel Franco (Melhor Roteiro no Festival de Cannes), que tem Tim Roth no papel de enfermeiro que cuida de pacientes terminais e sofre uma acusação de abuso. Prepare-se para o chocante desfecho surpresa.

“Virgin Mountain”, de Dagur Kári (Melhor Filme, Roteiro e Ator no Festival de Tribeca)

“A Bruxa”, de Robert Eggers (Melhor Direção no Festival de Sundance). Filme de horror alternativo e mais comentado da Mostra. Promete lotar a sessão do noitão de madrugada em que será exibido.

Quadrilogia da Tela Brilhadora: quatro filmes produzidos em conjunto de forma independente e alternativamente criativa: “O Prefeito”, de Bruno Safadi, “O Espelho” de Rodrigo Lima, “O Garoto” de Julio Bressane, e “Origem do Mundo” de Moa Batsow.

“Ø Meu Único Amor” (My Best Girl), filme mudo de 1927, será exibido ao ar livre na área externa do Auditório Ibirapuera, acompanhado da Orquestra Sinfônica de Heliópolis

“Visita ou Memórias e Confissões”, filme secreto do recém-saudoso Manoel de Oliveira que ainda filmava aos 107 anos antes de falecer. Relato autobiográfico guardado para ser visto apenas após sua morte.

a trilogia “As Mil e Uma Noites”, de Miguel Gomes, que virá a São Paulo com o seu produtor Luis Urbano , inspirado na série de contos do clássico literário.

“Mistress America”, novo longa de Noah Baumbach, diretor do cult “Frances Ha” e “A Lula e a Baleia”, e mais uma vez estrelado por sua atriz fetiche Greta Gerwig. Jovem estudante está entediada na faculdade até ser resgatada por aventureira que está prestes a se tornar sua meia-irmã.

“Hera”, Suspense turco sobre tripulação de homens de um navio cargueiro que para receber de seus empregadores endividados, toma o navio para si, porém são desafiados pelas psicoses do isolamento no mar. Excelente trabalho de montagem e direção de atores.

“Aferim!”, Inusitada comédia de costumes com grandes artistas romenos. Na Romênia do século 19, policial e seu filho têm de capturar cigano foragido, e tentar entender os dois lados do crime.

“Fome” de Cristiano Burlan, fotografia em preto e branco arrebatadora nas ruas de SP, fazendo crítica social através de um ex-professor universitário que virou mendigo por opção.

“Kaminski e Eu”, de Wolfgang Becker que não filmava desde seu sucesso, “Adeus, Lênin”.

“Labirinto de Mentiras”, selecionado pela Alemanha como representante para o Oscar de Filme em língua estrangeira 2016. No pós 2ª GM, alemães demoraram a levar à justiça seus criminosos de guerra.

“Califórnia”, de Marina Person. Premiado no Festival do Rio com melhor ator coadjuvante. Visão deliciosa da adolescência na década de 80. Ênfase na trilha sonora.

 “Todas as cores da noite”, de Pedro Severien, que participa da competição Novos Diretores da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

“A Senhora da Van”, com Maggie Smith e Jim Broadbent. Comédia despretensiosa e sarcástica que faz estudo britânico de hierarquias sociais.

“Virgem Juramentada”, com a atual musa dos filmes indie italianos, Alba Rohrwacher, fazendo o papel de uma mulher que invoca o Kanun, o código de honra albanês. e assume identidade masculina e torna-se intocável e virgem. O problema começa quando se muda da Albânia para a Itália.

“É O Amor”, de Paul Vecchiali. Mulher traída se vinga dormindo com ator gay. Isto desencadeia problemas não apenas na relação original, como para o companheiro do ator.

“Ralé” de Helena Ignez homenageia toda uma era do cinema novo nacional da década de 70, de maneira transgressora e marginal. Com Ney Matogrosso no elenco.

“Memórias Secretas” de Atom Egoyan, com Christipher Plummer. Dois senhores de idade embarcam em aventura para encontrar e se vingar do comandante nazista que matou suas famílias na 2ªGM.