Berlinale 2018: Recorde de Prêmios para o Brasil

Recorde de prêmios sem precedentes antes mesmo de anunciados os prêmios da competição principal

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24 de fevereiro de 2018

Editado: Ao todo foram 10 prêmios e meio!

Berlinale 2018: E já temos um Recorde! 10 prêmios e meio para produções Brasileiras! Além de prêmio já para “O Processo” de Maria Augusta Ramos, que tirou 3° lugar no Prêmio de Público da Mostra Panorama Docs!

O que demonstra que o Brasil está no foco mundial de reconhecimento artístico e de acesso ao intercâmbio cultural com nossa linguagem. Que orgulho é estar aqui e presenciar este momento histórico:

1. Teddy Award de melhor longa-metragem de ficção: “Tinta Bruta” de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon

2. Teddy Award de melhor documentário para “Bixa Travesty” de Claudia Priscilla e Kiko Goifman com roteiro coescrito por Linn da Quebrada

3. Prêmio FIPRESCI para “Las Herederas” de Marcelo Martinessi, que, apesar de ser Paraguaio, possui coprodução internacional com o Brasil — coprodução com Julia Murat (parabéns sua linda incrível)

4. Prêmio Readers da Publicação Männer Magazine entregue dentro do Teddy Awards para “Las Herederas”

5. Prêmio da Anistia Internacional na Berlinale para “Aeroporto Central” de Karim Ainouz

6. Prêmio CICAE para “Tinta Bruta” de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon (CICAE: Confederação dos cinemas de arte europeu. Os membros são os exibidores, donos dos cinemas de arte. São centenas de salas de cinema em 27 países.
É um prêmio importante para a comercialização do filme na Europa. É um prêmio referência para os exibidores europeus).

7. 3° lugar no Prêmio de Público da Mostra Panorama Docs para “O Processo” de Maria Augusta (Maria Ramos)

8. Menção Honrosa de Melhor Documentário pelo Júri Oficial na Mostra Panorama Docs para “Ex-Pajé” de Luiz Luiz Roberto Bolognesi

9. Urso de Prata de Melhor atriz para Ana Brun por “Las Herederas” de Marcelo Martinessi

10. Prêmio Alfred Bauer para “Las Herederas” de Marcelo Martinessi

10 e 1/2. Prêmio Especial do Júri de documentário do Teddy Awards para “Obscuro Barroco” de Evangelia Kranioti, que, apesar de não ser brasileiro e sim coprodução grega/francesa, é todo falado em português e filmado no Rio de Janeiro/Brasil.

Gente, pequena correção que ficou lost in translation pros brasileiros, mas é que o CICAE é um prêmio menos conhecido dentro da Berlinale – Berlin International Film Festival mesmo, mas na verdade não é dado por cineclubes, e sim pela Confederação dos cinemas de arte europeu. Os membros são os exibidores, donos dos cinemas de arte. Ou seja, possui um espírito muito similar ao cineclubismo aqui, mas não são cineclubes. São centenas de salas de cinema em 27 países. É um prêmio importante para a comercialização do filme na Europa. É um prêmio referência para os exibidores europeus, pois garante boa distribuição quando o filme for lançado. 2 anos atrás o “Que Horas Ela Volta?” também ganhou o mesmo prêmio e foi muito bem distribuído na Europa como consequência).

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