‘Bossa nova’ é adquirido para o acervo do MoMA

Museu nova-iorquino acolhe o longa de Bruno Barreto reconhecendo a vitalidade estética da comédia brasileira

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01 de maio de 2015

Bossa Nova

 

Aula de simpatia em seu esforço de produzir uma crônica da realidade carioca do fim dos anos 1990, “Bossa Nova”, de Bruno Barreto, acaba de ser adquirido para o acervo permanente do Museum of Modern Art (MoMA), de Nova York, como um exemplar do que o cinema latino-americano faz de reflexão sobre os jogos do querer. Amy Irving, atriz do cult “Carrie, a estranha”, protagoniza o longa-metragem do clã Barreto num idílio com Antonio Fagundes. Pedro Cardoso e Giovanna Antonelli integram o elenco do filme, cuja fotografia é assinada por Pascal Rabaud (“O fim da violência”). Mãe de Bruno e produtora do projeto, que nasceu de uma obra literária de Sérgio Sant’Anna (“A senhorita Simpson”), Lucy Barreto comemora a entrada no MoMA.

– Neste momento em que se discute tanto o lugar da comédia no Brasil, é uma feliz surpresa ver o valor que o MoMA dá ao gênero – celebra Lucy.