Festival do Rio 2017: ‘Animal Cordial’ sublinha o papel do terror brasileiro

Selecionado da Mostra Première Brasil: Competição longa ficção, filme ainda não tem data de estreia definida nos cinemas brasileiros.

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11 de outubro de 2017

Primeiro longa-metragem da cineasta baiana Gabriela Amaral Almeida, “O Animal Cordial” (2017) foi exibido nesta terça-feira, dia 10, no Cinépolis Lagoon. Na disputa pelo Troféu Redentor de melhor filme do Festival do Rio 2017, o filme pôs um banho de sangue no Lagoon e fez muita gente sair embatucada do cinema, sem saber o que pensar. Quem não gosta de imagens violentas saiu visivelmente incomodado, mas esse incômodo faz parte da função radical que esse longa de beleza plástica singular, sobretudo pela fotografia de Bárbara Álvarez, traz pra gente: revelar o papel social do terror genuinamente brasileiro. E Murilo Benício sai disparado como potencial, meritoriamente, ganhador do Troféu Redentor de melhor ator dessa edição do Festival do Rio, que acontece até o próximo dia 15. “O Animal Cordial” não tem data de estreia definida nos cinemas brasileiros.

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