Festival do Rio 2018: a dobradinha Brasil x Argentina de ‘Vermelho Sol’

Longa não tem data de estreia definida no Brasil.

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03 de novembro de 2018

O hermano Benjamin Naishtat foi o primeiro dos convidados estrangeiros de prestígio internacional a chamar atenção no Festival do Rio 2018. Ele dirige o policial “Vermelho sol” (“Rojo”), ambientado em solo argentino nos anos 1970. O pernambucano Pedro Sotero (“Aquarius”) fotografa o longa, elogiado em festivais em Toronto e San Sebastián. Deste último evento, em solo espanhol, a produção saiu com os prêmios de melhor direção, fotografia e ator, para Dario Grandinetti. A secura hiper-realista à moda Peckinpah e a explosão de vermelho que dá nome ao filme se manifestam nas transformações pelas quais a rotina do advogado Claudio (papel de Grandinetti) passa após uma acalorada discussão em um restaurante. Estamos na Argentina dos anos 1970. E a briga, por conta de uma mesa em um restaurante, revela sutilmente uma tensão política. Esta vai explodir quando Claudio visita uma casa que um amigo pretende comprar e vê sinais de violência e sangue no local. A presença de um detetive interessado em saber o rumo da vida de Claudio amplia a paranoia

 

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