Mostra Tiradentes 2020: Almanaque Virtual premia seus favoritos

Confira os favoritos pelo Almanaquista Filippo Pitanga

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01 de fevereiro de 2020

Agora que a Mostra Aurora acabou na 23° Mostra de Cinema de Tiradentes, infelizmente como a mais fraca Aurora em muitos anos, podemos fazer um pequeno balanço do Festival.

PS. A decepção com a Aurora não quer dizer que esta tenha sido uma edição fraca…, pois a Mostra Olhos Livres superou expectativas e os curtas tiveram alguns dos melhores exemplares!

Não tem outro vencedor senão “Cadê Edson?” de Dácia Ibiapina ou “Cabeça de Nêgo” de Déo Cardoso. Não há outra possibilidade, mas reitero minha predileção pela fotografia de Wilssa Esser do filme “Mascarados” para o Prêmio Helena Ignez de maior contribuição artística feminina.

No demais, se eu tivesse de dar prêmios para categorias tradicionais (lembrando que as categorias em Tiradentes são mínimas e não possuem essas especificidades), eu concederia meus prêmios da seguinte forma:

Mostra Aurora:

Melhor filme: “Cadê Edson?” de Dácia Ibiapina

Melhor direção: Déo Cardoso por “Cabeça de Nêgo”

Melhor roteiro: Déo Cardoso por “Cabeça de Nêgo

Melhor montagem: Guile Martins e Elder Patrick por “Cadê Edson?”

Melhor fotografia: Wilssa Esser por “Mascarados” de Marcela e Henrique Borela

Melhor ator: Lucas Limeira de “Cabeça de Nêgo”

Melhor atriz: Viviane Machado por “Ontem Havia Coisas Estranhas no Céu”

Melhor ator coadjuvante: Vinicius Curva de Vento por “Mascarados”

Melhor atriz coadjuvante: Nicoly Mota por “Cabeça de Nêgo”

Melhor direção de arte: “Canto dos Ossos” de Jorge Polo e Petrus de Bairros

Melhores efeitos visuais: “Canto dos Ossos”

Melhor desenho de som: “Mascarados”

Melhor figurino: “Natureza Morta” de Clarissa Ramalho

Mostra Olhos Livres:

Melhor filme: “Até o Fim” de Glenda Nicácio e Ary Rosa

Mostra Foco de Curtas:

Melhor filme: “Perifericu” de Stheffany Fernanda, Vita Pereira, Nayara Mendl e Rosa Caldeira.

Mostra Panorama de Curtas:

Melhor filme: “Os Últimos Românticos do Mundo” de Henrique Arruda

Menção honrosa do Festival fora de competição: “Inabitáveis” de Anderson Bardot