Mulheres do Cinema de Terror Brasileiro

Conheça mais sobre algumas das cineastas, pesquisadoras e críticas do cinema de terror no Brasil

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01 de agosto de 2019

Devido à aula de ontem em que convidei a crítica e pesquisadora Raphaela Ximenes (ex-almanaquista) para falar de Cinema de Terror no Curso que estou ministrando de Crítica na Academia Internacional de Cinema RJ, muita gente me perguntou por indicações de mais mulheres que pesquisam terror em outros estados do Brasil também, seja para Podcasts ou Mostras e etc… Então, aí segue uma listinha sugerida de mulheres que admiro intensamente no meio e que trabalham com algum tipo de produção crítica ou de pesquisa:

Mulheres do terror:

Raphaela Ximenes (do Miss Horror Theater)

Beatriz Saldanha da revista Les Diaboliques

Michelle Henriques uma das fundadoras do #LeiaMulheres e do Cine Varda

Emanuela Siqueira também do #LeiaMulheres e Cine Varda

Angelica Hellish uma das fundadoras do Feito Por Elas e do Masmorra Cine e outros podcasts

Hilda Lopes crítica e cineasta de terror, sócia da produtora de terror Olho de Vidro Produções

Kênia Freitas que contribui com várias Revistas como a Multiplot (não necessariamente se debruça apenas no terror, mas o gênero transborda para outros estudos em que ela é especialista como o afrofuturismo e etc).

Bianca de França Zasso do Formiga Elétrica e que contribui com inúmeros outros veículos.

Luciana Costa do Cinematizando e da ACCRJ.

Marina Costin Fuser pela Revista da Mnemocine sobre Barbara Creed, Foucault e os monstros…

Anny Lucard do Tabula Rasa e Contos Sobrenaturais blogspot.

Percebam que a lista NÃO é de forma alguma exaustiva e sim meramente exemplificativa e de afetos por seus trabalhos. E que também não estou necessariamente incluindo cineastas, a não ser quando faz trabalho presente e contínuo na crítica, como Hilda Lopes. — Vale dizer que algumas até possuem produção acadêmica intermitente sobre o assunto, mas não produzem de forma corrente porque o foco no momento está apenas em filmar, então suas agendas são mais complexas de conciliar con o set, como as geniais Gabriela Amaral Almeida (“A Sombra do Pai”, e vários outros filmes, além de roteirista do cult “Quando Eu Era Vivo”), Juliana Rojas (“As Boas Maneiras”, “Trabalhar Cansa” codirigidos por Marco Dutra e muito mais), Anita Rocha da Silveira (“Mate-me, Por Favor”, “Os Mortos Vivos” etc), Glenda Nicácio (“Café Com Canela” codirigido por Ary Rosa, etc), Mabel Lopes (“Entulho”, “O Demônio Não Sabe Brincar” etc), Cíntia Domit Bittar (“O Segredo da Família Urso”, “A Menina Só” etc), Marja Calafange (“Tarântula” codirigido por Aly Muritiba etc), Mariana Jaspe (“Carne” etc), Sabrina Fidalgo (“Personal Vivator”, “Rainha” etc) e muitas mais…