V Cine Jardim 2019: Debate sobre os filmes da segunda noite competitiva

Mediação pelo almanaquista Filippo Pitanga

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24 de maio de 2019

O debate dos filmes da segunda noite competitiva do V Cine Jardim – Festival de Cinema de Belo Jardim abordou questões que perpassam as palavras de “O Pequeno Príncipe”: ‘somos responsáveis por aquilo que cativamos’. Um longa-metragem e quatro curtas:

“Fôlego” de Renato Sircilli

“Aulas que Matei” de Amanda Devulsky e Pedro B. Garcia (representados por Isabela Vitoria, figurinista e produtora e diretora de arte)

“Ainda Ontem” de Jessica Candal (representada pelo ator Carlos Alberto)

“Día de Changó” de Denise Kelm

“Kairo” de Fabio Rodrigo (representado pela produtora executiva Eduarda Galvão)

E, da Mostra Revoadas: “Impávido Colosso” de Marcelo Ikeda e Fábio Rogério

Mediação por Filippo Pitanga

Todos os filmes abordaram em alguma proporção temas que tocaram desde a responsabilidade dos agentes envolvidos, as micropolíticas como chaves para desvelar os problemas da macropolítica e, num terceiro vértice de análise, a “fantasmagoria” como representação de uma aparição do que não se pode ser visto, mas está lá no campo do etéreo, da ancestralidade, do imaterial. Nas palavras de Patrício Guzmán: “Como filmar o que não se vê?”. Ou, para usar conceitos bergsonianos, como as afecções e afetos podem resolver questões que apenas a percepção talvez não dê conta da realidade?

Agradecimentos Leo Tabosa, Arthur Leite, Uhélio Gonçalves Tiago Calazans e Karla Ferreira.

Confira a apresentação dos realizadores dos filmes da segunda noite: